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Santos de Sampaoli teve mais expulsos, mas menos tempo com dez que em 2020

O empate do Santos por 0 a 0 com o

O empate do Santos por 0 a 0 com o Ceará, na tarde de ontem (28), na Vila Belmiro, registrou o nono cartão vermelho recebido por jogadores do Peixe na temporada. O número é menos expressivo do que o time de Jorge Sampaoli, por exemplo, que teve 14 expulsos em 2019, mas o tempo com dez homens em campo chama atenção.

O Santos desta temporada passou 288 minutos com um jogador a menos distribuídos em oito jogos — foram dois expulsos contra o Ceará pelo Brasileirão. No ano passado, apesar do número maior de vermelhos, seis a mais, a equipe de Jorge Sampaoli passou 276 minutos com dez em campo, somados os 13 jogos.

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A diferença fica evidente e esclarecida quando levamos em conta o número de expulsões ainda na primeira etapa. Nesta temporada, foram cinco vermelhos recebidos durante os primeiros 45 minutos, mais de 50% do total. Em 2019, apenas um atleta foi expulso na primeira etapa — Gustavo Henrique contra o Cruzeiro —, o que representou 7% do total.

Até em função dessa diferença de tempo com inferioridade numérica, o aproveitamento do Santos em jogos em que teve pelo menos um atleta expulso em 2019 é maior do que neste ano. Foram cinco vitórias, dois empates e seis derrotas, total de 43% dos pontos conquistados no ano passado. Nesta temporada, o número cai para 33%: duas vitórias, dois empates e quatro derrotas.

Com Cuca, foram quatro jogos com expulsões santistas e o aproveitamento é até superior: duas vitórias, um empate e somente uma derrota, somando 58% dos pontos conquistados.

Na média, o Peixe de 2020 e de 2019 tem os mais elevados índices de cartões vermelhos do século para o clube: um expulso a cada cinco jogos. Os números, claro, sofrem forte interferência do uso da tecnologia. Quatro das nove expulsões do Alvinegro praiano nesta temporada, por exemplo, foram com auxílio do VAR.

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