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Polícia Militar do Paraná afirma não ter feito comunicado sobre suposta prisão de Paulo Cupertino

Paulo Cupertino é acusado de atirar 13 vezes em Rafael Miguel e em seus pais, o casal João Alcisio Miguel, de 52 anos, e Miriam Selma Miguel, de 50

Por meio de nota, a Polícia Militar do Paraná afirmou não ter feito comunicado sobre a suposta prisão de Paulo Cupertino na quarta-feira (28), acusado de ter matado o ator Rafael Miguel e os pais dele, em 2019, em São Paulo.

“A Polícia Militar do Paraná esclarece que não existiu a prisão de Paulo Cupertino por parte de equipes policiais militares, bem como não existiu comunicado oficial a nenhum órgão ou instituição de que teria havido tal prisão. A PM do Paraná afirma que houve um equívoco por parte da autoridade policial de São Paulo ao efetuar tais informações”, afirmou o texto.

“A PM do Paraná reitera que não pode ter havido confusão por parte desta instituição sobre uma informação que não foi dita pela PMPR. Qualquer outra informação divulgada diferente do conteúdo desta nota não representa a posição oficial da Polícia Militar do Paraná sobre o assunto”, complementou o documento.

O delegado-geral de Polícia de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, chegou a confirmar que Cupertino havia sido preso. Minutos depois, Fontes afirmou que a PM do Paraná tinha se confundido e que o acusado não havia sido detido. O crime aconteceu em junho de 2019, na zona sul de São Paulo pois o empresário não aceitava o namoro de sua filha com o ator. Paulo Cupertino é acusado de atirar 13 vezes em Rafael Miguel e em seus pais, o casal João Alcisio Miguel, de 52 anos, e Miriam Selma Miguel, de 50.

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